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Festival do Rio: Veja lista de vencedores

O filme “Fala comigo”, de Felipe Sholl, foi eleito pelo júri o melhor longa de ficção do 18º Festival do Rio. A organização anunciou os ganhadores na noite deste domingo (16). Entre os documentários, o escolhido foi “A luta do século”, de Sérgio Machado.

Primeiro longa de Felipe Sholl, “Fala comigo” conta a história de Diogo, um adolescente de 17 anos que tem o hábito de se masturbar enquanto telefona para as pacientes da mãe, uma terapeuta.

Uma dessas pacientes é Angela, de 43 anos, com quem Diogo passa a se relacionar. Pelo papel de Angela, Karine Teles foi escolhida a melhor atriz pelo júri do Festival do Rio.

Já “A luta do século” registra a rivalidade de mais de 20 anos entre os boxeadores Luciano Todo Duro e Reginaldo Holyfield, ídolos do esporte no Nordeste na década de 1990. Fizeram seis combates, com três vitórias para cada lado. Durante as filmagens, os dois ex-atletas, já com mais de 50 anos de idade, resolveram se enfrentar.

O júri do Festival do Rio 2016 foi presidido por Charles Tesson, crítico e diretor da Semana da Crítica do Festival de Cannes, e teve participação da diretora Maria Augusta Ramos, do ator Rodrigo Santoro e da diretora Sandra Kogut.

Veja, abaixo, os ganhadores do Festival do Rio 2016:
— Premiação do júri
Melhor longa de ficção: “Fala comigo”, de Felipe Sholl
Melhor longa de documentário: “A luta do século”, de Sérgio Machado
Melhor curta: “O estacionamento”, de William Biagioli
Menção honrosa curta-metragem: “Demônia”, melodrama em 3 atos, de Fernanda Chicollet e Cainan Baladez
Melhor direção de ficção: Cristiane Oliveira, por “Mulher do pai”
Melhor direção de documentário: Sérgio Oliveira, por “Super Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos”
Menção honrosa direção de documentário: Marcos Prado, por “Curumim”
Melhor atriz: Karine Teles, por “Fala comigo”
Melhor ator: Nelson Xavier, por “Comeback” e, Julio Andrade, por “Redemoinho” e “Sob pressão”
Melhor atriz coadjuvante: Verónica Perrotta, por “Mulher do pai”
Melhor ator coadjuvante: Stepan Nercessian, por “Sob pressão”
Melhor fotografia: Fernando Lockett, por “Superorquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos”, e Heloisa Passos, por “Mulher do pai”
Melhor montagem: Marcio Hashimoto, por “Era o hotel Cambridge”
Melhor roteiro: Martha Nowill e Charly Braun, por “Vermelho russo”
Prêmio especial do júri: “Redemoinho”, de José Luiz Villamarim

– Premiação por voto popular
Melhor longa de ficção: “Era o hotel Cambridge”, de Eliane Caffé
Melhor longa documentário: “Divinas divas”, de Leandra Leal
Melhor curta: “Demônia”, melodrama em 3 atos de Fernanda Chicollet e Cainan Baladez
— Mostra Novos Rumos
Melhor filme: “Então morri”, de Bia Lessa e Dany Roland
Melhor curta: “Não me prometa nada”, de Eva Randolph
Prêmio especial do júri: “Deixa na régua”, de Emílio Domingos
Menção honrosa: Layla Kayã Sah, pela atuação em “Janaína overdrive”, de Mozart Freire
— Prêmio da crítica Fipresci (da Federação Internacional de Imprensa Cinematográfica)
“Viejo calaver””, de Kiro Russo, e “Era o hotel Cambridge”, de Eliane Caffé
— Prêmio Felix (dedicado aos filmes com temática LGBT)
Melhor longa de ficção: “Rara” (Estranha), de Pepa San Martin
Melhor longa documentário: “Divinas divas”, de Leandra Leal
Prêmio especial do júri: “Love snaps”, de Daniel Ribeiro e Rafael Lessa
Prêmio Suzy Capó Personalidade Felix de 2016: Lea T
— Mostra Geração
Vencedor do júrio popular: “Bruxarias brujerías”, de Virginia Curiá

G1